quarta-feira, 25 de abril de 2012

Elson de Belém também é professor de desenho


Entre as minhas atividades profissionais 
exerço a função de professor de desenho artístico na escola de VICTOR ARMANI. São crianças e adolescentes que expressam sua arte através da terapia do traçar. Abaixo fotos das atividades em sala de aula:






segunda-feira, 2 de abril de 2012

Elson de Belém - Paixão de Cristo 2012 - Piracicaba SP

Colocando a imensa barba.


Em cena com Caifás e sacerdotes.

Na estréia da peça Paixão de Cristo 2012 de Piracicaba SP, dia 31 de março no Engenho Central. Associação Guarantã.

Entrevista na Rádio Educadora AM - Piracicaba SP

Entrevistado pelo Titio Luiz juntamente com Silvio Kazza, Ivan Arruda, Magna Elies e Aline Soave, para falar sobre as apresentações da Paixão de Cristo 2012. 


Mário Luiz entrevistou-me sobre Bullyng e o CAVIBU.



domingo, 1 de abril de 2012

Elson de Belém concede entrevista para G1 SP




G1





Vítima de bullying, paraense cria em Piracicaba centro pioneiro de apoio



Magreza excessiva fez ele ser motivo de piada na escola e na própria casa.
Há 3 meses, Elson dá aulas de arte e palestras a quem sofre mesmo drama.

Eduardo GuidiniDo G1 Piracicaba e Região
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Bullying é o assunto de várias palestras e aulas do paraense (Foto: Arquivo Pessoal)Bullying é o assunto de várias palestras e aulas do
paraense em Piracicaba (Foto: Arquivo Pessoal)
O professor e ator paraense Elson Ferreira Viana, de 46 anos, sofreu bullying durante a infância e a adolescência. As dificuldades enfrentadas na época, quando ainda morava em Belém (PA), o motivaram a criar o Centro de Apoio às Vítimas de Bullying (Cavibu), emPiracicaba (SP), uma iniciativa pioneira na cidade. Há um ano no município, Viana colocou em prática um sonho antigo e fundou o projeto há três meses.
O Cabivu oferece gratuitamente apoio para qualquer pessoa que enfrente dificuldades iguais ou semelhantes às de Viana. Por meio de palestras sobre o assunto, aulas de teatro e oratória, o ator usa a experiência própria para ajudar outras pessoas. "A pessoa que sofre bullying cresce com essa vontade de se vingar. Eu falo com emoção sobre isso, pois é uma missão para mim", completou.
Viana ainda não tem estatísticas de casos em Piracicaba, mas conta que já tem um público rotativo que frequenta a sede da organização. Além disso, Viana promove palestras e aulas sobre o tema em escolas.
Experiência
A magreza excessiva fez com que Viana fosse motivo de piada na escola e na própria casa. "Eu era realmente muito magro e os colegas de escola me colocavam apelidos. Pior que isso, tios meus também colocavam apelidos em mim por causa dessa magreza. Tem gente que não liga, mas a maioria fica incomodada. A pessoa quando sofre bullying passa por isso, muita vezes calada, e fica introspectiva", disse o paraense.
O paraense utiliza as história que já presenciou para tratar do assunto com crianças e adolescentes que passam pelo mesmo problema. "Lembro da história de uma menina de 10 anos, que apanhava das colegas constantemente em uma escola de Belém. Ela era negra e muito boa aluna, o que despertou a inveja de algumas meninas. Ela sempre usava apetrechos no cabelo e, um dia, essas meninas a pegaram na rua e arrancaram esses apetrechos. Pouco tempo depois, ela levou uma faca para a escola e quase feriu uma dessas meninas", lembra.
Paraense usa a internet e as mídias sociais para divulgar trabalho (Foto: Arquivo Pessoal)Viana utiliza a internet e as mídias sociais para na
divulgação do trabalho (Foto: Arquivo Pessoal)
"Na escola sempre tem esse tipo de coisa. Falam e ficam tirando sarro da franja no cabelo de um menino. Todo mundo coloca apelido em todo mundo. Há gente que não goste e se irrita, mas isso acaba sendo pior. Quando alguém não gosta de uma brincadeira ou um apelido é pior. Qualquer coisa pode ser motivo para que os colegas peguem no pé de alguém", comentou o aluno de uma escola particular de Piracicaba, de 12 anos.

Trabalho voluntário
Em uma época em que o bullying é amplamente debatido e colocado em evidência nas discussões, Viana agora busca parceiros para levar o projeto adiante e torna-lo cada vez maior. "O projeto está bem no início, mas a vontade é muito grande. Ainda não tenho uma boa estrutura, mas com o tempo, quero que um psicopedagogo, um terapeuta, profissionais que possam e queiram ajudar se juntem a mim nessa luta contra esse mal", finalizou.
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